Bergut Vinho & Bistrô: um lugar admirado pelos amantes dos vinhos

Bergut Vinho & Bistrô, com lojas em Ipanema e no Centro do Rio de Janeiro, é uma referência para os amantes de bebidas, a rede conta com mais de 2000 rótulos de vinhos, deste clássicos até exclusivos, além de cervejas, destilados e acessórios em geral.

Organizadas por país de origem, as garrafas “descansam” nas prateleiras aguardando sua hora de encher a taça e alegrar o paladar do consumidor. Elas podem ser levadas para casa ou consumidas no bistrô, que conta com excelentes pratos.

Camarões VG ao Champagne com Arroz de Passas da Bergut Castelo

A novidade é o vinho italiano Fazzoletto Barbera, D.O.C de Piemonte, que traz três rótulos diferentes com esculturas romanas para apresentar o mesmo vinho. O vinho conta com um lenço semelhante aos usados por guerrilheiros italianos que lutavam contra Mussolini durante a 2ª Guerra Mundial. Na elaboração do vinho, 20% das uvas são deixadas na vinha mais três semanas para pacificação, deixando uma característica única ao vinho. De coloração rubi vibrante, traz no nariz um frutado intenso de cereja e ameixa, pimenta rosa, violeta e húmus. Na boca é harmônico, e explosivo na fruta madura e violeta com taninos finos, acidez correta e final longo. Para harmonizar, carnes assadas e braseadas; lasanha, polenta, costela bovina e risoto de cogumelos.

Fazzoletto Barbera se junta a clássicos da Toscana, Bordeaux, Borgonha, Alsácia, Douro, Rioja, e ganham destaque na adega, onde é possível encontrar Almaviva, Brunello di Montalcino, Amarone, entre outros. Além de emblemáticos Romanée-Conti, Chateau Margaux, Chateau Lynch-Bages.

Bergut – www.bergut.com

Ipanema:
Rua Visconde de Pirajá, 547 – Loja N (Entrada pela rua Anibal de Mendonça, 81)
Telefone: (21) 3592-8008

Centro:
Rua Senador Dantas, 100 – Loja A
Telefone: (21) 2532-7332

Avenida Erasmo Braga, 299 – Loja B – Castelo
Telefone: (21) 2220-1887

As lojas funcionam apenas de segunda a sexta das 9h às 21 horas.

A Bergut também promove ao longo do ano vários eventos, como o Vinho & Música, uma noite de harmonização de vinhos com música e gastronomia. O programa é sempre dividido em grupos de música, e cada grupo é harmonizado com um vinho e um prato. O último aconteceu na loja do Castelo e o menu teve os “Beatles” como tema, sendo conduzido pela saxofonista Daniela Spielmann e a banda “Mulheres & Beatles”. Sucessos como “Day Tripper”, “I Wanna Hold Your Hand”, “Yestarday”, “Can’t Buy Me Love”, “Hey Jude”, entre outros, foram algumas músicas harmonizadas com os vinhos J.Bouchon Block Series Malbec e Labirinto Sauvignon Blanc, do Chile; o Les Jamelles Viognier, da França; a Cava Don Roman, da Espanha; e o brasileiro Guaspari Vale da Pedra. No cardápio, inspirado na culinária britânica, teve de entrada biscoito de polvilho especial com creme de camarões; seguido do primeiro prato, salsichão com mostarda Dijon; e do segundo prato fish and chips. Para finalizar, Mousse de chocolate. Ao final do evento foi sorteado um kit com os cinco vinhos participantes.

Sugestões de vinhos para harmonização

Seguindo o princípio do taste vin, pelo qual são oferecidos apenas vinhos que os sócios se orgulhariam de compartilhar com seus parentes e amigos, a VINDAME tem como principal objetivo ser referência no mercado brasileiro para vinhos exclusivos de terroirs excepcionais. A importadora sugere algumas combinações que prometem deixar sua refeição inesquecível.

vinho rosé espanhol, Cerro Bercial Rosado 2015, provindo da região Utiel-Requena, próxima a Valencia, é muito agradável para o momento dos aperitivos. Bom exemplo da redescoberta da casta Bobal, com seu um aroma frutado e floral.

Para acompanhar porco assado a sugestão é o Pinot Noir Verrenberg Spätburgunder 2012 da vinícola Fürst Hohenlohe-Oehringen, que possui um aroma delicado frutado de framboesa e amora.

Para aves a indicação é o Baron K Riesling Kabinett 2013, de cor amarela palha com reflexos esverdeados. Este vinho alemão apresenta um leve adocicado, acompanhado de boa acidez. Mesmo não sendo de sobremesa, ele também harmoniza perfeitamente com uma sobremesa mais leve, que não tenha muito açúcar.

E o rótulo italiano Soave Classico Otto 2014 – um vinho branco da casta Garganega, de cor amarelo-palha – é bastante fresco na boca ideal para degustar com peixes.

Grand Tasting – Uma maratona de degustações de vinhos

Maratona de degustações promovida pela importadora Grand Cru teve início no fim do mês maio e segue até junho em outras capitais brasileiras

A importadora Grand Cru (www.grandcru.com.br) iniciou sua maratona de experiências em torno do vinho batizada de Grand Tasting em Porto Alegre, depois seguiu para Curitiba, Londrina, Goiânia, Niterói, e agora chega ao Rio de Janeiro (5/06), São Paulo (6/06 – Profissionais do Setor e Imprensa, e 7/06 – Consumidor Final), Maceió (8/06) e Natal (9/06),respectivamente.

Dentre as vinícolas confirmadas: Cave Geisse, Errazuriz, Leyda, Grandes Viños de San Pedro (Em SP e RJ, no stand da Grandes Viños de San Pedro, será possível conferir as últimas cinco safras do ícone Altair), Koyle, Zorzal, Escorihuela Gascón, Pulenta Estate, Cobos, Bottega, Brancaia, Fanti, San Marzano, Mazzei, Talenti, Vila Medoro, Ixsir, Morande Adventure, Barone Montalto, Soprassasso, Ricossa, Matetic, Heras Cordon, Bodegas Pablo e Saint Clair.

Além de poder conhecer cada uma dessas vinícolas e seus vinhos, o evento contará ainda com 15 estações temáticas, divididas nas seguintes categorias:
01 – Champagne Billecart Salmon
02 – Espumantes
03 – Brancos leves
04 – Brancos estruturados
05 – Rosés pelo Mundo
06 – Novidades do Novo Mundo
07 – Novidades do Velho Mundo
08 – Pinot Noir pelo Mundo
09 – Península Ibérica (com destaque para o Alentejo, Ribatejo, Toro, Alicante e Priorat)
10 – Terrois da França (com destaque para os vinhos do Languedoc, Loire e Bordeaux)
11 – Super Pontuados
12 – Vinhos de Autor
13 – Douro x Duero
14 – Vinhos do Porto
15 – Vinhos de Sobremesa

Como não poderia deixar de ser, o Grand Tasting está trazendo para o Brasil alguns lançamentos como Vila Medoro (ITA), Round Hill (EUA), Casanova di Neri (ITA) e mais uma seleção de vinhos franceses e espanhóis. Nem tão novos, mas não degustados na edição de 2016, estarão presentes no Grand Tasting deste ano os rótulos Cave Geisse, Fanti e Billecart Salmon.

O investimento por pessoa é de R$ 280 – dos quais R$ 140 revertidos em crédito para compras acima de R$ 1 mil. No dia do evento, as garrafas serão vendidas com 10% de desconto. Em São Paulo, o Grand Tasting montará uma loja teste no local para o cliente que desejar levar os produtos para casa.

Presenças confirmadas:

  • Paulina de Lucca, enóloga da Grandes Viños de San Pedro (Chile), em todo o circuito
  • Daniela Salinas, enóloga da Morandé Adventure (Chile), em todo o circuito
  • Max Undurraga, proprietário da Viña Koyle (Chile), em todo o circuito
  • Giacomo Neri, proprietário da Casanova di Neri (Itália), estará presente em SP e RJ
  • Diego Pulenta, proprietário da Pulenta Estate (Argentina) e Daniel Geisse, proprietário da Cave Geisse (Brasil), também marcarão presença em algumas praças.

Eventos das praças com lojas próprias:

  • RJ | 05/06 – 15:00 às 18:00 (on trade) / 19:30 às 22:00 (consumidor final)
    Local: Casa Julieta de Serpa
    Endereço: Praia do Flamengo, 340 – Flamengo, Rio de Janeiro – RJ
    Investimento: R$ 280
  • SP | 06/06 – 15:00 às 21:00 (exclusivo para clientes on/off trade)
    Local: Casa da Fazenda do Morumbi
    Endereço: Av. Morumbi, 5594 – Morumbi, São Paulo – SP
  • SP | 07/06 – 19:00 às 22:00 (consumidor final)
    Local: Casa da Fazenda do Morumbi
    Endereço: Av. Morumbi, 5594 – Morumbi, São Paulo – SP
    Investimento: R$ 280
  • Maceió | 07/06 – 19:00 às 22:00 (consumidor final)
  • Natal | 09/06 – 19:00 às 22:00 (consumidor final)
    Local: Companhia do Mármore
    Endereço: Av Hermes da Fonseca, 880 – Tirol, Natal- SP
    Investimento: R$ 200

Degustação paralela em São Paulo (vagas limitadas):
Dia 07/06, das 20h30 às 21h30: Seleção 100 pontos – R$ 1,9 mil por pessoa, dos quais R$ 800 poderão ser utilizados nas compras acima de R$ 5 mil.
– Dominus 2010 – intruso
– Château Haut-Brion 2010
– Château Montrose2010
– La Mondotte 2009
– Mouton Rothschild 2010

RSVP E VENDAS: eventos@grandcru.com.br

Se beber, não dirija
No dia dos eventos nas praças do Rio de Janeiro e São Paulo, os visitantes do evento poderão usufruir de uma parceria firmada com o serviço de transporte Cabify que concederá 25% de desconto aos participantes. Basta utilizar o código abaixo, de acordo com a respectiva cidade, para obter o benefício:

Rio de Janeiro | código: GRANDCRURIO
São Paulo  | código: GRANDCRUSP

Vinho da Concha y Toro está entre os melhores de 2016

Marques de Casa Concha safra 2014 é selecionado entre os melhores vinhos chilenos em 2016. Vinho Super Premium da vinícola Concha y Toro, feito pelo enólogo Marcelo Papa, obtém 92 pontos em avaliação da revista Wine&Spirits e é selecionado entre os melhores Carmeneres o Chile.

Elaborado com uvas cultivadas no terroir de Peumo, o vinho Marques de Casa Concha Carmenere safra 2014 conquistou seu lugar entre os melhores Carmeneres Chilenos em 2016, na edição de fevereiro deste ano, da conceituada revista americana Wine&Spirits.

Anualmente, há mais de uma década, a Wine&Spirits Magazine publica o concorrido ranking Top 100 Wineries, em reconhecimento aos 100 principais produtores da bebida pelo qual se fez conhecida mundialmente.

“A Carmenere é um tipo de uva que exige condições geológicas específicas e ótima amplitude térmica. O vinhedo de Peumo, localizado no coração do Vale Cachapoal — em solo profundo de influência argilosa e arenosa, com influência do lago Rapel — oferece a condição perfeita para criações elegantes com a vivacidade e expressão das cepas características do Novo Mundo do vinho”, afirma Marcelo Papa, enólogo da marca e um dos mais bem-sucedidos mundialmente da atualidade.

A harmonização sugerida para o Marques de Casa Concha Carmenere é ideal com carnes com boa dose de gordura, preparadas na grelha ou em fogo lento, com molhos concentrados, adocicados ou herbáceos como exemplo o “Chimichurri”, tão apreciado nas churrascarias. A culinária mexicana e Tailandesa também lhe dão boas vindas.

Mas parece até que foi feito mesmo para o gostinho brasileiro, de várias regiões, como as saborosas carnes de nosso churrasco, a culinária mineira com caldos de extremo sabor e temperos picantes, ou mesmo a do Norte e Nordeste, com pratos como o “Escondidinho de Carne Seca e Mandioca” e a “Vaca Atolada”. Até mesmo um Filet Mignon, quando preparado com molhos fortes e bem condimentados, agradece a companhia.

Para conhecer um pouco mais sobre a Concha y Toro acesse conchaytoro.com.br.

Vinho artesanal pode ajudar a expandir consumo no Brasil

Mesmo figurando entre as bebidas mais apreciadas no mundo, o vinho ainda encontra pouco espaço na mesa dos brasileiros: com uma média per capta de apenas 2 litros por ano, o consumo no país está muito aquém de seus vizinhos – chilenos e argentinos consomem anualmente de 8 a 10 vezes mais litros da bebida. Quando se observa o critério qualidade, esse cenário é ainda mais desfavorável – dados do site especializado Terroirs demonstram que essa média cai para apenas 0,7 litros quando se trata do consumo de vinhos finos.

Este fenômeno não está ligado unicamente a fatores econômicos: ainda que a alta carga tributária do país afete significativamente a expansão deste mercado, a falta de informação é o principal entrave para que a bebida faça parte do cotidiano do brasileiro. O consumidor demonstra pouca intimidade com este universo e seus conhecimentos limitados sobre a bebida dificultam no momento da compra, levando, muitas vezes, a escolhas pouco qualificadas. Em vista disso, empreendedores investem numa percepção aprimorada, não apenas para conquistar o paladar do consumidor, mas também para apresentar um novo conceito de consumo – o de maior custo-benefício.

vinho

Porque consumimos pouco?

Publicado pelo Instituto Brasileiro do Vinho, o Estudo do Mercado Brasileiro de Vinhos Tranquilos e Vinhos Espumantes (Ibravin-2008) revelou indicadores importantes sob o perfil de consumo no Brasil: em geral, a bebida está associada a momentos de celebração – 8 em cada 10 consumidores associam o consumo da bebida a momentos especiais – enquanto a degustação durante as refeições tem participação menor – este motivador, em especial, poderia contribuir significativamente para um aumento do consumo geral: os maiores consumidores de vinho do mundo são países de grande tradição culinária que, em geral, associam o vinho à boa mesa.

Porém, a dificuldade de incluir a bebida no cardápio cotidiano não está relacionada unicamente as preferências gastronômicas do brasileiro – para 55% dos consumidores, o principal critério de distinção entre um vinho comum e um vinho fino é o preço – parâmetro que torna a escolha de uma boa bebida muito superficial, além de criar um falso conceito de elitização, sobretudo em tempos de orçamento apertado. A ideia de que um bom vinho é, obrigatoriamente, um vinho caro, é uma crença instituída entre a maioria dos consumidores – fato que o leva a julgar equivocadamente um rótulo: dados do próprio relatório demonstram que 11% dos consumidores que afirmam beber vinhos finos, referem-se a marcas de vinho comum, enquanto 7% cometem o deslize contrário.

De acordo com Stephanie Duchene, sommèliere responsável por uma criteriosa seleção de rótulos artesanais importados da França, a popularização do consumo de vinhos no Brasil requer, antes de mais nada, uma percepção qualificada da bebida “Ainda que sua apreciação seja considerada uma arte, incluir o vinho no dia a dia não requer conhecimentos de um expert. Contudo, no mercado brasileiro, as informações ainda não são suficientemente claras quanto a qualidade e origem do vinho. Diante de tantas opções e com pouca informação, é natural que o consumidor não se sinta tão à vontade na hora de arriscar num rótulo desconhecido e prefira permanecer na zona de conforto. ” – fundadora da Wine Exclusive, a empreendedora francesa investe num novo conceito: a oferta de vinhos exclusivos vindos de regiões nobres da Europa.

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O mercado artesanal

Mesmo em tempos de crise, dados da Ibravin apontam que em 2015 o consumo da bebida no país cresceu 4,6% em comparação com o período anterior – demonstrando o potencial do mercado. De olho nessa oportunidade, a Wine Exclusive aposta numa tendência que já conquistou o mundo das cervejas: a produção artesanal. Contudo, quando se trata de vinhos, esse conceito está muito mais ligado à tradição e excelência no preparo do que a “gourmetização” do produto.

De acordo com Geoffrey Pompier, diretor enólogo e júri no concurso nacional de agricultura da França “O grande diferencial é que trabalhamos com um produto verdadeiramente artesanal, fruto de uma produção em escala humana que garante a qualidade e tradição desde o cultivo. Nossos rótulos envolvem uma cultura de cuidado com a terra, com a uva e com o armazenamento das garrafas, o que garante um produto verdadeiramente exclusivo, que chamamos de vinho de ‘créateur’. ”

Outra vantagem para o consumidor é poder identificar a procedência do vinho que está consumindo “Por trabalharmos com associações de viticultores independentes reconhecidos na França, todo contra-rótulo possui identificação do produtor, que assegura sua origem artesanal. ”. De acordo com Pompier “Atualmente, no mercado nacional, 80% dos vinhos comercializados no varejo e internet são originários de uma produção industrial que padroniza o sabor, a cor e o cheiro da bebida, além disso não possuem qualquer identificação a respeito do produtor, até mesmo no caso dos mais caros e conhecidos. ”

A relação custo benefício

Contudo, para este segmento ganhar força, é preciso vencer uma das crenças mais difundidas entre os consumidores brasileiros: de que quanto melhor o vinho, mais caro. Essa concepção impede que o consumidor conheça diferentes rótulos e que o próprio consumo da bebida se expanda de uma maneira geral. Ainda que os impostos representem um grande desafio para o setor – as taxas de importação podem elevar o custo de uma garrafa em até 150% – os empreendedores apostam no consumo qualificado para vencer essas barreiras. “Se observamos o mercado artesanal de cervejas, podemos ver que o brasileiro aderiu ao conceito de valor agregado do produto e está disposto a pagar mais por um produto que proporcione uma boa experiência. O mesmo pode acontecer com o vinho, que tem até mais espaço no cotidiano do que sua principal concorrente, a cerveja. ” – afirma Duchene. Para a empreendedora, o brasileiro precisa conhecer melhor o mundo dos vinhos e adotar novos critérios de escolha, assim terá uma percepção aprimorada da sua relação custo-benefício, “o vinho representa mais do que requinte e sofisticação, é também saúde e bem-estar. ”

Fonte: Wine Exclusive

Qual a diferença entre aroma e buquê do vinho?

O aroma é o cheiro de um vinho e é também usado genericamente quando se discute o perfume de um vinho. O buquê é o aroma do vinho maduro e engloba as mutações físicas e químicas que ocorrem à medida que o vinho envelhece. Esses aromas são mais difíceis de serem descritos. Os vinhos brancos frequentemente desenvolvem aroma e sabor de mel e com o tempo; os tintos ficam mais pastosos e ganham aromas e sabores profundos. É importante que aprenda a distinguir entre os dois, porque só assim vai estar habilitado a julgar a idade e a maturidade de um vinho pelo nariz.

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Comece a anotar os cheiros que o circundam para sentir os aromas do morango, pêssego, do café moído, tostados, chocolate, abacaxi, frutas negras, ameixas, cerejas e etc. Quando estiver andando pela feira, comece a cheirar os alimentos, corte uma pimenta verde e registre o cheiro. O mesmo vale para as flores, folhas, grama cortada, maçã cozida ou crua. Registre o cheiro da fumaça de carvão, da lavanda, do papelão ou dos bosques.

Aromas de frutas e flores

Ao aromas de frutas, flores e vegetação, provém da variedade da uva usada no vinho, tanto no tinto quanto no branco. Podem ser a melhor maneira de descrever os aromas de um vinho, portanto, sempre que provar um vinho e achar que ele é frutado tente imaginar exatamente de quais frutas seriam os aromas. Os vinhos também podem cheirar a flores, embora seja mais difícil determinar a flor. Um aroma de rosas é comum em vinhos brancos feitos com a uva gewurztraminer mas para a maioria dos vinhos, é mais comum uma vaga bem sutil impressão de flores primaveris.

O curioso é que o único cheiro de fruta que raramente se encontra em um vinho é o cheiro de uva. A exceção é o vinho feito da uva moscatel, que traz à nossa lembrança as frescas e cheirosas uvas de sobremesa.

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Cheiro de Carvalho

A primeira coisa que você sente com vinhos que passam em barricas de carvalho são: os cheiros de baunilha, canela, cravo, manteiga nos chardonnay e torradas. Se o vinho foi envelhecido em barris de carvalho por longo período, poderá cheirar como pátio de madeireira, com o aroma da fruta dominado pelo cheiro do carvalho. O aroma poderá ou não ressurgir à medida que o vinho envelhece. Mas os carvalhos de espécies diferentes emprestam diferentes aromas e sabores ao vinho: o carvalho americano dá um forte aroma de baunilha, ao passo que carvalho francês é mais sutil, o carvalho Alemão tem cheiro de especiarias e o português, achocolatado. Mas a maioria dos vinhateiros preferem os carvalhos francês e americano.

Refrescantes

Um aroma muito refrescante e limpo pode indicar que o vinho não foi envelhecido em barris de carvalho. Vários vinhateiros preferem guardar seus vinhos jovens em toneis de aço inoxidável até o engarrafamento, para preservar o frescor da juventude. Mesmo que o vinho tenha aroma fresco, é impossível determinar o nível de acidez ou te tanino só pelo cheiro, o modo mais eficiente de julgar a acidez é degustar o vinho.

Falta frutado – Um vinho que não cheira a frutas, subtende-se que o vinho ou é muito jovem, ou é muito velho e já perdeu completamente o aroma.
Pungente – Com aroma forte e ardido. O aroma do Sauvignon Blanc é frequentemente descrito como pugente.
Aromático – Refere-se a qualquer tipo de aroma forte e pronunciado. Quando sente no nariz o aroma particularmente florado.
Nariz potente – É um vinho muito forte com aromas exuberantes.

Eu aprendi a diferenciar os sabores através da Roda de Aromas. Ela dá uma lista de palavras chaves que podem ser usadas para identificar e definir uma grande quantidade de aromas encontrados no vinho. Ajuda a entender os complexos aromas de vinho. Gosto também de ficar sozinha e exercitar os aromas da garrafa. Tentar lembrar o que meu nariz identifica. Não faça isso na mesa com amigos, é muito deselegante.

Conteúdo publicado originalmente em SmartTouch
Gastronomia etc, dicas de restaurantes, eventos gastronômicos, receitas

1º edição do Grand Hyatt Wine Club Rio de Janeiro acontece em setembro

Os vinhos e espumantes brasileiros serão o tema de abertura da versão carioca do Grand Hyatt Wine Club.

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O evento, que tem sua 1 edição no dia 15 de setembro, a partir das 19h, será realizado no Cantô Gastrô & Lounge e vai receber apreciadores de vinho e interessados na enogastronomia. Nesta noite, serão mais de 10 rótulos de duas vinícolas brasileiras, da Serra Gaúcha.

Os participantes poderão conferir informações sobre os diferentes rótulos e como harmonizar a bebida com o cardápio de gastronomia brasileira do Cantô Gastrô & Lounge. Como fundo musical, uma banda estará se apresentando ao vivo.

A Vinícola Luiz Argenta trará rótulos da linha jovem, como Vinho Sauvignon Blanc 2015; Vinho Shiraz 2016 e Espumante Brut Rose Charmat; assim como os mais clássicos da Linha Argenta, como o Espumante Brut Champenoise 48 meses e o Cabernet Sauvignon 2009. Já a Vinícola Vallontano trará os vinhos Vallontano Espumante Brut; Vallontano Chardonnay; Vallontano Reserva Merlot e Vallontano Reserva Tannat.

O Grand Hyatt Wine Club terá agenda bimestral no Cantô Gastrô & Lounge, sempre abordando produções vinícolas de diferentes regiões do mundo.

Serviço:

1ª Edição – Grand Hyatt Wine Club

Data: 15 de setembro, quinta-feira, das 19h às 21h

Local: Restaurante Cantô Gastrô & Lounge

Endereço: Avenida Lucio Costa, 9600 – Barra da Tijuca

Telefone: (21) 3797-9524

Gastronomia etc, dicas de restaurantes, eventos gastronômicos, receitas

Vinho tinto ajuda a transformar gordura do mal em gordura do bem

Beber vinho tinto (com moderação, claro) pode ajudar a controlar o peso. A conclusão é de um estudo norte-americano, que revela que um composto presente nesta bebida alcoólica e em várias frutas como as uvas, as framboesas ou as maçãs é capaz de transformar o excesso de gordura branca – a chamada gordura “má” – em gordura bege, que queima calorias.

De acordo com uma equipa de investigadores da Washington State University, nos EUA, esta descoberta pode significar o desenvolvimento de novas estratégias para a prevenção e o tratamento da obesidade, corroborando estudos prévios que apontavam para uma capacidade protetora do composto em causa, o resveratrol, contra esta doença.

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Trata-se de um polifenol, ou seja, um tipo de antioxidante, que, além de presente no vinho tinto, é fácil de encontrar na maioria das frutas, em especial os mirtilos, os morangos, as framboesas, as uvas e as maçãs. Cerca de duas ou três porções diárias, revelam os cientistas, são o suficiente para evitar chegar a um peso excessivo.

“Usamos o resveratrol como um ‘representante’ de todos os outros polifenóis. Estamos a estudá-lo na sua forma pura para sermos consistentes com um estudo que saiu há 20 anos na revista científica ‘The Lancet’ e que mostrava que o resveratrol no vinho tinto tinha efeitos benéficos”, explica, em comunicado, Min Du, um dos autores da nova investigação.

Composto “trava” o aumento excessivo de peso

No âmbito do estudo, Du e os colegas alimentaram um conjunto de modelos animais (ratinhos adultos) com uma dieta rica em gorduras, administrando-lhes, também, resveratrol em diferentes quantidades.

Aqueles que receberam o composto numa quantidade equivalente a duas a três porções de fruta por dia (para humanos) “ganharam cerca de 40% menos peso do que os do grupo de controlo”, revelam os cientistas.

Os ratinhos cuja dieta continha resveratrol conseguiram, também, transformar a gordura branca que tinham em excesso no organismo em gordura bege, um tipo de gordura “ativa” que queima energia e cuja existência foi apenas descoberta há alguns anos. Até aí, os investigadores acreditavam que só havia duas “gorduras”: a branca e a castanha.

Segundo Min Du, a gordura bege situa-se entre estas duas, sendo gerada a partir da gordura branca que, quando em excesso, pode ser prejudicial ao organismo. “O resveratrol é capaz de acelerar e melhorar esta conversão da gordura branca em bege e, em última instância, prevenir parcialmente a obesidade”, afirma o investigador.

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Benefícios da fruta são mais diretos que os do vinho

Min Du, cujo estudo foi publicado na revista científica Journal of Obesity, explica que “os polifenóis na fruta, incluindo o resveratrol, aumentam a expressão dos genes que melhoram a oxidação das gorduras absorvidas pela dieta de forma a que o organismo não fique sobrecarregado”.

Estes compostos convertem, portanto, “a gordura branca em gordura bege, que elimina os lípidos sob a forma de calor, ajudando a manter o corpo em equilíbrio e prevenindo a obesidade e as disfunções metabólicas”.

Os investigadores chamam, porém, a atenção dos apreciadores de vinho tinto, já que as quantidades de resveratrol existentes na bebida são muito inferiores às que existem, por exemplo, nas frutas frescas, que são uma opção mais recomendável.

“O conteúdo polifenóico é o que é verdadeiramente importante. Acreditamos que é possível aumentar a ingestão total destes compostos através de um aumento direto do consumo de fruta”, salienta Min Du, acrescentando que vinhos como o ‘Merlot’ ou o ‘Cabernet Sauvignon’ contém apenas uma fração do resveratrol e de outros compostos presentes nas uvas.

“Muitos dos polifenóis mais benéficos são insolúveis e acabam por ser filtrados durante o processo de produção do vinho”, destaca o investigador, sugerindo aos consumidores que queiram acrescentar à dieta mais fibras e uma série de compostos bioativos que optem pela fruta com mais frequência.

Texto publicado originalmente em Banco da saúde

Bordeaux se prepara para a 10ª edição do Festival de Vinhos

Nas docas, declaradas Patrimônio Mundial pela UNESCO, os amantes de vinho, gastronomia e cultura são convidados, de 23 a 26 de Junho de 2016, a comemorar no Festival de Vinhos de Bordeaux.

Você poderá descobrir a beleza arquitetônica da cidade, os vinhedos que a rodeiam e os benefícios de um terroir excepcional.

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Esta 10ª edição contará com as Great Wine Capitals, assim como Hong Kong, Quebec, e Bruxelas. No programa: uma rota de vinhos para se descobrir a céu aberto, degustações, caminhadas nos vinhedos para conhecer as mais bonitas vinícolas do mundo, exposições de arte, concertos, um espetáculo de som e imagem e fogos de artifício.

Bottega del Vino promove jantar harmonizado

O consultor de vinhos Célio Alzer é o convidado do sommelier Dionísio Chaves para uma noite de conversa e sabores especiais no próximo dia 08, quarta-feira, às 21h, no Bottega del Vino, no Leblon. Um menu especial de pequenas porções harmonizadas com rótulos escolhidos para a ocasião.

Dionísio Chaves e Célio Alzer. Foto: Eurivaldo Bezerra
Dionísio Chaves e Célio Alzer. Foto: Eurivaldo Bezerra

A noite começará com Duetto – salmão e polvo ao molho cítrico – harmonizado com o Vignamatto Verdicchio dei Castelli di Jesi, 2014, segue com Crocchette – bolinhos de risoto com cogumelos, creme de trufa e fondue de parmesão – acompanhado com Chianti Clássico Girapoggio, 2011.

Crocchette. Foto: Eurivaldo Bezerra
Crocchette. Foto: Eurivaldo Bezerra

Ainda no roteiro, Tortelli di Burrata servido com o Ytinera Montepulciano D’Abruzzo, 2013, e, para finalizar, Stinco – stinco de vitela glaçado com risone ao parmesão – servido com o Visconti Della Rocca Primitivo, 2014. Para adoçar a noite, um saboroso Afogato.

Stinco. Foto: Eurivaldo Bezerra
Stinco. Foto: Eurivaldo Bezerra

Bottega del Vino – www.bottegadelvino.com.br
Rua Dias Ferreira 78, Leblon – Rio de Janeiro
Telefone.: (21) 2512-6526

6 rotas do vinho para conhecer e abastecer a sua adega

O frio está chegando e nada melhor do que aproveitar as baixas temperaturas para degustar um bom vinho. A bebida pode ser aproveitada em qualquer época do ano, mas apreciá-lo em dias mais frescos é uma forma de aquecer o corpo e ainda se satisfazer com vinhos mais encorpados, que podem ser combinados com ótimas receitas.

A bebida fermentada à base de uva, conquista paladares ao redor do mundo há séculos e, além de contar com variações de aroma, textura, coloração e sabor, os vinhos também fazem bem à saúde, chegando a reduzir em pelo menos 11% o risco de infecções por bactérias.

A bebida ainda é uma grande aliada ao combate a doenças cardiovasculares como o infarto já que possui ação antiplaquetária, reduzindo os níveis de colesterol e lipídios que podem obstruir as artérias.

vinho amigos

Os benefícios do vinho são muitos e para quem quer degustar a bebida mundialmente apreciada, nossos vizinhos da América do Sul são os destinos mais buscados pelos brasileiros, mas outros países mais distantes como França, Portugal, Espanha e Itália também costumam ser bem cotados, segundo agências de viagens especializadas nas rotas dos vinhos. Confira abaixo 5 dos principais destinos mundiais para você abastecer sua adega e aproveitar os melhores vinhos durante todas as épocas do ano.

Mendoza, Argentina

Mendoza é a principal zona de produção de vinhos da Argentina e o berço do melhor vinho Malbec do mundo, com uma produção que representa 70% de todo o cultivo nacional.

A cidade é dividida em quatro polos que movem a principal atividade da província: produzir vinhos excepcionais. A região tem aproximadamente 1.200 adegas onde é possível agendar uma visita guiada aos vinhedos, percorrendo os conhecidos “Caminhos do Vinho” e degustar os melhores rótulos.

Valle de Colchagua, Chile

A 130 quilômetros da capital Santiago, o Valle é o maior produtor de vinhos sofisticados do país. Uma boa possibilidade de roteiro é começar pela cidade de Santa Cruz de onde partem a maior parte dos passeios pelas vinícolas chilenas, entre elas a Viña Lapostolle, local onde as pessoas podem conhecer um museu do vinho e ainda pegar o trem do vinho, proposta confortável que passa por vários vinhedos interessantes de serem visitados.

Champagne, França

Reimis é uma das cidades mais visitadas da região francesa de Champagne e concentra cerca de 5 mil fabricantes de champanhe. Além de poder conhecer a fábrica de muitas das marcas mais famosas do mundo ainda, é possível circular pelas estradinhas ao redor dos vilarejos para conhecer diversos outros tipos de vinhos, alguns muito saborosos e pouco conhecidos.

Porto, Portugal

Além de ser muito conhecida por ser um ponto essencial no mapa dos apreciadores da boa gastronomia, Porto também é conhecido por seus incríveis vinhos. E é justamente nos vinhedos às margens do rio Douro que são cultivadas as uvas utilizadas na produção do conhecido vinho do Porto.

No entorno da cidade, museus, enotecas e construções históricas também podem ser visitados e oferecem um charme a mais à cidade.

La Rioja, Espanha

A região La Rioja fica no norte da Espanha e conta com mais de 500 adegas, sendo um verdadeiro paraíso para quem aprecia os vinhos e deseja experimentar bebidas diferentes das tradicionais.

Além das opções mais comuns de passeios relacionados aos vinhos ainda há a possibilidade de visitar o Festival “Batalla del Vino”, que acontece na cidade de Haro. No festival, uma multidão vestida apenas com roupas brancas participa de uma guerra com pistolas de brinquedo que disparam vinhos.

Toscana, Itália

Toscana possui um cenário cinematográfico de tirar o fôlego dos turistas. E já imaginou degustar um bom vinho vendo o pôr do sol na Toscana? Com clima e tipo de terra bastante adequados ao plantio de uva, a região que fica no coração da Itália produz vinhos de ótima qualidade.

Com cerca de 7 mil vinhedos, o local possui muitos lugares a serem visitados e uma ótima opção é conhecer a Toscana no mês de setembro mês das festas do vinho.